
Falo de recordações que apenas poderão ser substituídas pela capacidade que temos de nos olharmos, de sorrir cada vez que conseguimos saber aquilo que o outro está para dizer, ou até simplesmente um gesto que se deseja tanto, quanto sabemos que amar alguém é uma tarefa difícil. Quase um conjunto de leis formais de prescrições e proibições, que expõem as dificuldades da vida em comum e que acabam muitas vezes por nos condenar a viver numa solidão interminável.
Nada disso entre nós é possível apenas e só porque nunca tivemos momento difícil que não pudesse ser substituído de imediato por tanto segundo interminável por tanta lembrança de bons momentos e agradáveis sensações de bem estar, de querer estar, porque essa é umas das questões mais importantes, o querer estar juntos sem qualquer tipo de incerteza. Nada nos distrai de nós e que querer é desejável só por si, pelo que o querer significa.
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